A Olimpíada Brasileira de Geoinformação e a Jornada de Geotecnologias do Estado do Rio de Janeiro se unem para fortalecer o diálogo entre educação, ciência e inovação.
A parceria aproxima estudantes, pesquisadores e profissionais e busca valorizar a investigação científica e incentivar novos olhares sobre as redes, a infraestrutura e a conectividade no território brasileiro.
A divulgação oficial dos resultados da II OBGE acontecerá durante a JGEOTEC, um importante espaço de troca de conhecimentos sobre geoinformação, cartografia, análise espacial e tecnologias aplicadas ao território.
Apesar de pouco popular no Brasil o esporte de orientação é bastante praticado em outros países como a Suécia, a Finlândia e a Noruega. O esporte surgiu em 1912 com atletas de atletismo que antes, apenas corriam. A modalidade chegou ao Brasil somente em 1970 e passou a ser mais conhecida na área da educação física a partir de 1974 quando a Escola de Educação Física do Exército a incluiu em seu currículo.
O objetivo do esporte é passar pelos pontos de controle de um terreno no menor tempo possível, com auxílio apenas de um mapa e uma bússola. A leitura do mapa é essencial para os praticantes da modalidade. Nele, diversas simbologias dizem, entre outros, a rota a ser traçada e os obstáculos do caminho.
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